Que olhos, meu Deus... quanto encanto. Quase não coube na poesia...
Depois de um tempo, um papo leve meio sério-inconsequente,
bailamos um balé de pop-rock-filosofia, destrinchando Hegel, Freud e Jesus.
Politicamos um pouco. Ela acredita nas pessoas; eu com meu sorriso cínico.
No final? Algo diferente. Mudamos? Não sei dizer. Mas de uma coisa eu sei: "tu te tornas eternamente responsável por aqueles que cativas."
E isso, menina da Praia, é algo que não se pode esquecer.
E esteja adicionada ao cardápio de pessoas instigantes.
É legal viver num mundo em que as pessoas te fazem surpresas às quartas-feiras...
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